Destaques .

  • O Congresso da Nova Central ocorre em momento decisivo para o Brasil


    A afirmação foi feita pelo economista e diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lucio, durante palestra de abertura do IV Congresso Nacional, na tarde desta segunda-feira, 26. “Estamos vivendo a pior crise do país e os trabalhadores precisam definir estratégias de enfrentamento e, para isso, é preciso conhecer e entender a política de governo em curso, reorganizar a estrutura sindical, atuar com unidade e respeito profundo à classe trabalhadora”, orientou.

    O economista chamou os dirigentes sindicais participantes do evento a uma reflexão sobre as mudanças ocorridas no Brasil nos últimos 50 anos, que levou à mudança de estratégia do desenvolvimento econômico, com graves consequências para o país. Segundo Clemente, esta nova estratégia está numa encruzilhada e se resume a entregar para outros tudo o fizemos para chegar a ocupar a sétima economia do mundo, abrindo mão da soberania e do desenvolvimento. “O Brasil dilacerou sua capacidade de investir em infraestrutura e está transferindo nossas conquistas e riquezas para o capital internacional”.

    Clemente Ganz fez críticas ferrenhas à reforma trabalhista em debate no Poder Legislativo e à lei da terceirização. “A reforma em votação quebra a espinha dorsal dos sindicatos, ao transformar quase toda a CLT em objeto de negociação e, ao mesmo tempo, tirar do sindicato o poder de negociar; quebra a espinha dorsal da justiça, deixando o trabalhador sem proteção legal; e com o trabalho intermitente, transforma o trabalho precário em legal”. Ele ressaltou que é preciso estar atentos à lei da terceirização. “Sozinha, ela acaba com a estrutura sindical brasileira”.

    O diretor do Dieese orientou que o movimento sindical deve ter como prioridade absoluta discutir e propor estratégias para o desenvolvimento nacional, aliando a isso a construção do maior projeto de autoregulação da organização sindical, onde a conduta ética seja o centro; aprender a conviver na divergência; e criar unidade para enfrentar os desafios. Divididos seremos destruídos”, avaliou.
     
     
     
  • Lideranas sindicais condenam reformas trabalhista e previdenciria


    A preocupação com os rumos das reformas e os ataques ao movimento sindical, aos direitos trabalhistas e previdenciários foram a tônica das falas dos membros da diretoria, dirigentes de confederações filiadas à Nova Central e convidados durante a solenidade de abertura do IV Congresso da NCST.

    Omar José Gomes, 98, vice-presidente da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres - CNTTT, afirmou ter muita energia para continuar firme na trincheira junto à NCST no combate às agressões em curso no Legislativo brasileiro.


    Secretário-geral da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade - CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, lembrou que o movimento sindical vive um momento difícil. Segundo ele, o governo atual faz com os trabalhadores muito pior que o visto nos governos militares e, se aprovadas as propostas pelo Legislativo, os trabalhadores podem levar 20 ou 30 anos para recuperar as perdas. Se dirigindo ao plenário, Moacyr lembrou: o voto é um cheque em branco e os trabalhadores devem ficar atentos ao que o Congresso está fazendo com os direitos conquistados a duras penas.


    Sônia Maria Zerino, diretora de Assuntos da Mulher da CNTI e da NCST, falou contra as reformas e os ataques aos trabalhadores, afirmando que as mulheres sindicalistas estão junto nessa luta pelo combate às perdas de direitos dos trabalhadores.



    Vera Lêda Moraes, da Nova Central do Distrito Federal, falou em nome das 24 estaduais da NCST. Segundo ela, o movimento sindical jamais foi tão desrespeitado como atualmente. “O Congresso Nacional tem faturas a pagar, mas não seremos nós trabalhadores que pagaremos essa conta”, frisou.



    João Domingos Gomes dos Santos, diretor de Finanças da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Servidores Públicos - CSPB, ressaltou que o Congresso acontece num momento de crise que deixa atônito o mundo social. João Domingos afirmou que estão destruindo em 13 meses o que se construiu em mais de 50 anos. Recordando frase do presidente da NCST, José Calixto, quando da criação da Nova Central, em 2005, disse: “não nos desafiem de novo”. E finalizou: não às reformas e diretas já!  


     
  • NCST elege diretoria em congresso nacional e presidente convoca para a greve geral


    Ao abrir os trabalhos do IV Congresso Nacional da Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST, o presidente José Calixto Ramos convocou a todos para a greve geral. Segundo o presidente, há uma tentativa “deslavada” de desmobilização dos trabalhadores para o ato marcado para o dia 30 deste mês. A plenária de abertura do evento contou, ainda, com a eleição da diretoria para a gestão 2017-2021, por aclamação; palestra sobre o mundo do trabalho, com o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lucio; e instalação das comissões temáticas.

    O evento teve início nesta segunda-feira e vai até amanhã, dia 28, no Centro de Treinamento Educacional - CTE, da Confederação Nacional Trabalhadores na Indústria - CNTI, em Luziânia (GO), reunindo cerca de mil delegados representantes das confederações, federações e sindicatos da base da Nova Central, que vieram de todas as partes do Brasil. O Congresso reúne trabalhadores da indústria, dos transportes terrestres, do turismo e hospitalidade, da construção, da educação e cultura e dos serviços públicos.

    “O IV Congresso da Nova Central debate formas de lutas para barrar a aprovação das reformas trabalhista e previdenciária no Poder Legislativo. São propostas que visam por fim às legislações de proteção do trabalho, destruir a espinha dorsal dos direitos trabalhistas rumo ao sucateamento da CLT, enfraquecimento da democracia e da Constituição Federal”, afirmou o presidente. 

    Segundo Calixto, as reformas propostas pelo Executivo e ampliadas no Legislativo, sem diálogo com as entidades sindicais e a sociedade, num ato de intransigência do governo e do Congresso Nacional, se distanciaram do plano de governo apresentado aos eleitores em 2014, refletindo na rejeição recorde do presidente Michel Temer e descrédito do Legislativo. Ele alertou para a responsabilidade de escolha de representantes nas próximas eleições de 2018.
     
    “É necessário que neste grave momento que registra a trágica marca de mais de 14 milhões de desempregados no Brasil que rejeitemos essa atitude brutal e insensível e são as entidades sindicais as únicas instituições democráticas fora dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, capazes de impedir as medidas retrógradas”, disse.
     

     
  • IV Congresso da Nova Central debate conjuntura social-poltico-econmica


    Com o tema central Desenvolvimento com Justiça Social - Sem Nenhum Direito a Menos, tem início hoje, 26, o IV Congresso Nacional da Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST. O evento, que acontece em Luziânia (GO), prossegue até a próxima quarta-feira, e reúne cerca de mil dirigentes sindicais e trabalhadores das indústrias, transportes, turismo e hospitalidade, educação e cultura e servidores públicos de todo o país.
    Além dos temas relativos à atual conjuntura político-social-econômica, incluindo as propostas de reformas trabalhista e previdenciária em tramitação no Poder Legislativo, o Congresso tem na pauta a eleição da diretoria e definição das ações e atividades da gestão para o quadriênio 2017-2021. Os temas serão debatidos em comissões e, posteriormente, em plenária geral para elaboração do documento do IV Congresso. Os eleitos tomarão posse em solenidade ao final do evento.

    A palestra de abertura do IV Congresso e de instalação das comissões de trabalho, nesta quarta-feira, a ser proferida pelo diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos - Dieese, Clemente Ganz Lúcio, vai abordar a conjuntura do mundo do trabalho. Outros temas envolvem a Previdência Social e a Dívida Pública, com a auditora aposentada da Receita Federal, Maria Lúcia Fatorelli; e conjuntura nacional, com o economista e professor da Unicamp, Marcio Pochmann.

    Expectativas e desafios

    O presidente da Nova Central e candidato à reeleição, José Calixto Ramos, ressalta o momento de desafios por que passa a organização sindical, ante as ameaças de redução e até extinção de direitos conquistados a duras penas ao longo dos anos. “Há necessidade de o movimento sindical estar atento à tramitação das propostas e unido na luta contra as reformas, que representam enorme retrocesso dos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários e para a organização dos trabalhadores. Existe um trabalho orquestrado para acabar com a relação entre capital e trabalho e demolir a estrutura sindical que conservamos até hoje”.

    Para o secretário-geral da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade - CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, o IV Congresso ocorre em momento crítico e desafiador. “O movimento sindical tem uma bancada desfavorável no Congresso nacional e as propostas em debate, usando o jargão da modernidade, têm uma voracidade para tirar direitos trabalhistas e previdenciários, trazendo perda de conquistas inimagináveis”, ressalta.
    Segundo ele, são propostas que, se aprovadas, vão retirar direitos que os trabalhadores levarão anos e anos para recuperar. “É preciso que o movimento sindical como um todo se conscientize de que uma grande articulação deve ser feita nos estados e municípios e dentro do Legislativo. O IV Congresso acontece em momento importante para solidificar a história da Central e, principalmente, o posicionamento político forte diante das reformas e tentativas de desmonte do movimento sindical”.

    Durante o domingo e toda a manhã de hoje chegaram caravanas de todos os estados e categorias da base da Nova Central.
     
  • Nova Central no aceita MP que regulamenta Trabalho Intermitente


    Em reunião com as centrais sindicais (Nova Central, Força, UGT e CSB) na quarta-feira (21), o ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira se comprometeu, caso o texto da Reforma Trabalhista seja aprovado no Congresso Nacional com as emendas prejudiciais aos trabalhadores (as), enviar uma Medida Provisória (MP) que corrija as distorções...
Acontece »

​DISCURSO DE ABERTURA DO PRESIDENTE JOS CALIXTO RAMOS


Neste congresso, além das deliberações para o próximo quadriênio, vamos debater formas de lutas para a autorregulação da organização sindical brasileira, impedir a retirada de direitos e barrar a aprovação, no Congresso Nacional, das reformas Trabalhista e Previdenciária.
 
Estas reformas visam impor um fim às legislações de proteção do trabalho, destruindo a espinha dorsal dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras do País, sendo o primeiro e principal passo para o sucateamento da CLT, enfraquecendo a democracia e nossa Constituição Federal.
 
As condições como essas reformas foram colocadas pelo Executivo e ampliadas pelo Legislativo, sem nenhum diálogo com entidades de representação sindical e popular, demonstram a intransigência de um governo e um Congresso que se distanciam dos seus eleitores e não ouvem a voz das ruas -- refletindo em uma rejeição recorde da Presidência e na descredibilidade das duas casas junto à população, de acordo com recentes pesquisas de opinião. O que nos remete à responsabilidade de termos a consciência e de conhecer bem nossos representantes nas próximas eleições de 2018. É preciso que nossos parlamentares e governantes, em sua ampla maioria, se sensibilizem e mudem seus posicionamentos, revertendo esse quadro negativo.    
 
É necessário frisar que neste grave momento, onde batemos a trágica marca de mais de 14 milhões de desempregados no Brasil, apresentar reformas desestruturantes é uma atitude brutal e de total insensibilidade com a população. É uma forma de se aproveitar da situação de fragilidade para eliminar conquistas da sociedade.
 
Enfatizo também que nesta época de recorrentes retiradas de direitos, as entidades sindicais se apresentam como únicas instituições democráticas fora do eixo dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário capazes de fazer um embate contra esse acinte à classe trabalhadora. Por isso, nós, sindicalistas, somos paulatinamente minados pelo governo, que vê em nosso movimento um entrave para conseguir aprovar suas medidas retrógradas. 
 
O nosso IV Congresso, que reúne mais de mil sindicalistas de todas as regiões do País, terá grupos de discussão sobre o Mundo do Trabalho, Políticas Públicas, Sistema Político Nacional e Seguridade Social. Haverá também palestras com importantes referências do quadro sindical e trabalhista brasileiro.
 
Por este motivo, quero convocar todos os presentes neste evento de organização e discussão sindical para debatermos ideias e saídas tanto para a manutenção e defesa dos nosso direitos, quanto para esta crise institucional em que vive o Brasil. Temos uma grande responsabilidade junto ao povo brasileiro e aos nossos representados. Nesta semana, reavivaremos nossa luta e resistência, mobilizando trabalhadores e trabalhadoras contra as reformas, reafirmando os princípios da Nova Central, que jamais renunciará as conquistas da classe trabalhadora.
 
Afinal, esta é a central que defende a classe trabalhadora!

 

Nova Central realiza IV Congresso e eleger diretoria para a gesto 2017-2021



De olho no futuro, porém, sem descuidar do presente e trazendo na bagagem experiências de 12 anos de atuação, a Nova Central Sindical de Trabalhadores - NCST realiza, no período de 26 a 28 de junho, em Luziânia (GO), o seu IV Congresso Nacional, que tem como tema central Desenvolvimento com Justiça Social; sem Nenhum Direito a Menos. O evento deve reunir cerca de mil trabalhadores dirigentes sindicais e tem na pauta a eleição da diretoria para o quadriênio 2017-2021 e definição das ações e atividades para a gestão.
Os temas a serem debatidos no Congresso a análise da atual conjuntura social, política e econômica; a Previdência Social e a dívida pública; e a influência do Supremo Tribunal Federal na conjuntura nacional. Os temas, entre outros, serão debatidos em comissões e, posteriormente, em plenária geral para elaboração do documento do IV Congresso. Os eleitos tomarão posse em solenidade ao final do evento.
O presidente da Nova Central e candidato à reeleição, em chapa única, José Calixto Ramos, destaca duas expectativas do IV Congresso. Uma delas diz respeito à manutenção da maior parte dos membros da diretoria atual. “A permanência justifica-se porque, na fase que estamos vivendo, sem saber o que vai acontecer amanhã, não seria conveniente mudar as pessoas que estão nos seus postos e, assim, assegurarmos a continuidade ao trabalho que vem sendo feito”, disse.
Ainda segundo ele, a eleição em chapa única fortalece a Nova Central porque o grupo que está à frente da entidade tem um trabalho homogêneo, na mesma linha de entendimento. De acordo com o estatuto da NCST, quando há chapa única a eleição é por aclamação.
Expectativas e desafios

A segunda expectativa, segundo José Calixto, é de ordem política. “Trabalhamos todo esse período contra as reformas previdenciária e trabalhista conforme encaminhadas pelo Executivo. E apesar da meia vitória com a rejeição do Projeto – PLC 38/2017 – como foi aprovado na Câmara, a votação apertada não nos anima a comemorar”.
O presidente da Nova Central alertou que é preciso aguardar pela votação da reforma trabalhista na CCJ e no plenário do Senado e a expectativa é muito preocupante. “Se não conseguirmos mudar, vamos sentir o desprezo pela CLT que, de certa forma tem alguns aspectos de proteção aos direitos dos trabalhadores, decorrentes de lutas do passado e que conseguimos manter até agora. Existe um trabalho orquestrado para acabar com a relação entre capital e trabalho e demolir a estrutura sindical que conservamos até hoje”.
Para o secretário-geral da Nova Central e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade - CONTRATUH, uma das entidades fundadoras da NCST, Moacyr Roberto Tesch Auersvald, o IV Congresso ocorre em momento crítico e desafiador. “O movimento sindical tem uma bancada desfavorável no Congresso nacional e as propostas em debate, usando o jargão da modernidade, têm uma voracidade para tirar direitos trabalhistas e previdenciários, trazendo perda de conquistas inimagináveis”, ressalta.
Segundo ele, são propostas que, se aprovadas, vão retirar direitos que os trabalhadores levarão anos e anos para recuperar. “É preciso que o movimento sindical como um todo se conscientize de que uma grande articulação deve ser feita nos estados e municípios e dentro do Legislativo. O IV Congresso acontece em momento importante para solidificar a história da Central e, principalmente, o posicionamento político forte diante das reformas e tentativas de desmonte do movimento sindical”.

Ética e autonomia
Nesses 12 anos de atividades, a Nova Central pautou sua atuação pela ética, transparência e autonomia, conquistando espaços importantes, chamada a participar de debates de questões relacionadas à legislação trabalhista e sindical, assim como das discussões voltadas às políticas públicas econômicas e sociais.
O papel da entidade nas novas discussões do mundo trabalhista e sindical tem sido decisivo e a postura independente coloca a Nova Central em posição de fiel da balança. Muitas vezes, é o ponto de equilíbrio de conflitos históricos do movimento sindical, sem perder de vista, entretanto, os princípios que nortearam sua fundação.
Visando como prioridade a representação efetiva dos interesses dos trabalhadores e atuando com base no respeito à democracia, sem discriminação político-ideológica, foi capaz de buscar e participar da unidade de ação com outras centrais para preservar e ampliar direitos dos trabalhadores brasileiros, sem transigir no que diz respeito a seus princípios.
Todos os resultados alcançados, entretanto, não são fruto de uma ação isolada da diretoria da Nova Central nacional. Hoje, há seccionais em 24 unidades federativas, todas muito atuantes e com papel decisivo para fortalecer a Nova Central em todo o País.

*Por Geralda Fernandes

Em um ano de governo Temer, 853,6 mil postos de trabalho so extintos



Ao longo de um ano de governo Michel Temer (PMDB), um total de 853.665 trabalhadores (as) perderam o emprego no Brasil, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho (MTE). Queda sobre o total de pessoas com emprego formal no país foi de 2,18%.

Vitria na CAS fortalece luta da classe trabalhadora


Parabenizamos os bravos senadores e senadoras - Ângela Portela (PDT), Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-RS), Paulo Rocha (PT), Regina Sousa (PT), Otto Alencar (PSD), Hélio José (PMDB), Eduardo Amorim (PSDB), Lídice da Mata (PSB), Randolfe Rodrigues (Rede) - que, no dia 20 de junho de 2017, votaram contra o relatório da proposta de reforma trabalhista, o PLC 38/2017, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal...

Temer demite aliados de senador que votou a favor dos trabalhadores!


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O presidente do Banco Central (BC), Ilan Goldfatn se comporta como “chantagista econômico”, ao condicionar o corte de juros à aprovação das reformas impopulares do presidente Michel Temer (PMDB). Em entrevista ao Jornal Estadão de segunda-feira (19), reconheceu que a incerteza aumentou, porém para ele o que importa é aprovar as reformas...

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O desejo de o capital destruir a Justia do Trabalho


A Justiça do Trabalho, com suas limitações, complexidades e idiossincrasias, representa o único local em que as trabalhadoras e trabalhadores brasileiros conseguem fazer valer, ainda que de forma tardia e parcial, seus direitos trabalhistas. A ausência de qualquer garantia contra a despedida, na prática das relações de trabalho no Brasil, torna esse triste quadro ainda mais verdadeiro...

JBS e "Reforma Trabalhista" conluio contra os trabalhadores



O Jornal Folha de São Paulo noticiou que o grupo J&F, controlador da JBS, patrocinou iniciativas do IDP – Instituto Brasiliense de Direito Público, ao qual destinou, nos últimos dois anos, mais de R$ 2 milhões. Como é notório, o Ministro Gilmar Ferreira Mendes é um dos sócios do IDP. De acordo com o Jornal, o Instituto informou que os recursos foram destinados a cinco eventos, além do suporte a um grupo de estudos em Direito do Trabalho e cursos gratuitos para a comunidade...
 

O movimento sindical para alm das reformas de Temer




Estamos sob uma complexa disputa de narrativas, se o movimento sindical não se elaborar para fazer essa e outras disputas sucumbirá em meio às transformações tecnológicas existentes, que se aprofundarão com as reformas de cunho neoliberal em curso. Diante disso, é preciso força e vitalidade, ampliação da representatividade e formação de quadros...

A nova poltica - o poder da propaganda e da manipulao



Historiadores, sociólogos, intelectuais, acadêmicos tremei. Chegamos ao século XXI sob um novo e inquietante conceito de política. Bem diferente daquilo que o filósofo italiano Antônio Gramsci dizia, em meados de 1919, conclamando os cidadãos a se tornarem atores políticos: “Instruí-vos, porque precisamos da vossa inteligência. Agitai-vos, porque precisamos do vosso entusiasmo. Organizai-vos, porque precisamos de toda vossa força”...

O poder de alienao da propaganda em prol da classe dominante...


"Os nazistas mantinham os judeus em fome constante. Assim, os judeus se ocupavam apenas de uma única tarefa durante o dia todo: procurar alimento, sobreviver, matar a fome imediata e urgente. Não tinham tempo e nem energia para organizar conspirações, rebeliões e planos de fuga. A vida se resumia a uma luta individualista, egoísta e solitária pela mera subsistência...

Milionrios tocam a reforma trabalhista no Congresso Nacional


Um representante patronal: empresário dono de companhias em diferentes áreas, com um patrimônio estimado em aproximadamente R$ 400 milhões, acionista com investimentos em diversos bancos dentro e fora do país. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) é o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde foi concluída, terça-feira (6), a primeira fase de discussões e análises da reforma trabalhista no Senado...

A Construção de uma NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES – NCST foi forjada na unidade, coragem e ousadia, capaz de propor uma alternativa de luta para os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. A NOVA CENTRAL SINDICAL DE TRABALHADORES marca um momento importante na história do Movimento Sindical Brasileiro, ela é a esperança transformada em realidade que se constitui como instrumento de luta e de unidade da classe trabalhadora do nosso País.

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